Antes que 2008 acabe, é preciso agradecer. Quando 2007 chegou ao fim, minhas expectativas para este ano eram bem diferentes do que acabou sendo os últimos doze meses.
Sem nomes, agradeço à autora da idéia que ampliou o território geográfico por onde se espalha esta família. Agradeço a quem esteve comigo enquanto precisei, mesmo que não saiba ter sido atraído por minha vontade e afastado pela mesma. Este ano convivi com pessoas que vieram e foram embora. Fizeram a sua parte e deixaram os ensinamentos necessários. Agradeço a quem colaborou para que eu me tornasse mais segura, mais dona de mim, mais corajosa, mais destemida. Eu só guardo o melhor de quem plantou sorrisos. Ainda que por pouco tempo. Agradeço a quem me deu a oportunidade de começar um novo trabalho que levou minhas expectativas profissionais pra estratosfera. Os novos caminhos tiveram a fita cortada em 2008. A quem aguentou todos os humores, incertezas e excessos, meu muito obrigada. A quem aprendeu a conviver comigo muito mais e melhor neste ano, e me ensinou a ser mais tolerante; a quem me convidou para as melhores festas e indiadas; a quem estava no lugar certo na hora certa e tomou a iniciativa de conversar, eu sou grata.
Aos amigos, presentes, ausentes, nos corredores, e-mails, telefones, caronas, salas de aula, de trabalho, nos bastidores, na correria e na calmaria: vocês não são peões nesse tabuleiro.
A quem só quis dar uma sugestão e me levou pra longe, a quem aprendeu uma nova palavra, a quem me acordou com um telefonema, a quem me ajudou com o peso das malas e consertou os mal-entendidos. Àqueles que levantaram o tapete, enfrentaram o sol, o vento e o frio ao meu lado, valeu!
Aos que me ensinaram que vale a pena acreditar, tentar de novo, insisitr, brigar, descansar e dormir, recomeçar amanhã, admitir o engano, abrir o jogo, ignorar o medo, se jogar... Vocês me ensinaram mais do que podem imaginar.
Àqueles e àquelas que também se atrasaram, que me ajudaram a encontrar o endereço, que acreditaram que eu seria capaz, que repassaram contatos, ampliaram o prazo, permaneceram on-lines, deram a entrevista, enviaram o arquivo e encararam o público, a minha gratidão e um forte abraço.
Especialmente a quem sorriu de canto, vestiu a camiseta, insistiu que eu fosse, duvidou das aparências, não perdeu tempo, indicou um livro, corrigiu os erros, manteve contato e acordou na hora. A quem me desafiou com o novo, me provocou e ainda criou novas oportunidades. Você me ensinou a desformatar o olhar, a recuperar a trilha. E essa gratidão vai durar enquanto eu respirar.
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Depende de como você vê
Postado por Vanessa Reis às 04:20
Categorias: Não; não explico, Por onde andei
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5 protesto(s):
Gratidão. Acho esse o mais belos dos sentimentos que um ser humano pode ter. Bju
Eu me emocionei lendo o teu texto, Vanessa. É importante agradecer e mostrar o valor que as pessoas têm para nós enquanto estamos todos vivos. Homenagens e agradecimentos póstumos, deixemos para Brás Cubas.
Obrigada por fazer parte da minha (nossa) vida, Vanessa.
Felizes dias.. sejam eles novos ou não!
Não conhecia teu blog Vanessa.
Vou visitá-lo mais vezes.
Feliz 2009!!!
e eu agradeço por ter te conhecido!
bjocas
Esse texto é simplesmente lindo.
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